DEOCLÉCIO GALIMBERTI

Deoclécio Galimberti é natural de Osório, onde nasceu em 26 de agosto de 1933. Fez o primário no Grupo Escolar General Osório. Em 1950 foi admitido no Serviço Público Federal, quando tinha 17 anos e 18 dias, pois tomou posse em 13-10-1950, face à necessidade do serviço, no cargo de Auxiliar de Estatística da Agência de Osório, para auxiliar na conclusão do Recenseamento de 1950. Depois de suas primeiras férias, a família veio residir em Porto Alegre e ele continuou no IBGE. Na Capital, fez o Ginásio no extinto Colégio Ruy Barbosa e o Científico no Colégio Júlio de Castilhos; submeteu-se a dois vestibulares na UFRGS, obrigando-se a abandonar o primeiro curso no segundo semestre do 3º ano, porque lhe eram exigidas aulas à tarde no mesmo horário de seu expediente no emprego público. Fez novo vestibular e ingressou no Curso de Direito da UFRGS, turno da noite, tendo sido convidado para a função de monitor a partir do 4º ano, trabalhando pela manhã no SAJU. Foi casado com Theresinha Fontana, falecida, que lhe deixou três filhos: Carlos Maximiano, Patrícia e Isabela, comerciante e advogadas, respectivamente. Contraiu segundas núpcias com Cecília Regina Miraflores. Depois de formado, fez curso espe-cial do MEC para lecionar Direito, acumulando seus vencimentos com os do cargo de professor, tendo trabalhado no Colégio Estadual Irmão Pedro, na Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos, na FAPA (hoje, Universidade Ritter dos Reis) e Universidade do Sul de Santa Catarina, em Tubarão. Submeteu-se a 14 concursos públicos e obteve êxito em 13, destacando-se o de Agente Fiscal Aduaneiro, tendo sido designado para Belém do Pará, mas desistiu, optando em assumir outro, na Justiça do Trabalho, para exercício em Porto Alegre, onde permaneceu até completar sua aposentadoria, com 33 anos e meio de serviço público e três licenças-prêmio convertidas.




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